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Construindo pontes de compreensão: escuta ativa e comunicação não violenta na era do home office

"Mas chegará o instante em que me darás a mão, não mais por solidão, mas como eu agora: por amor." - Clarice Lispector


Ei, você aí, que está liderando ou pensando em liderar! Já parou para perceber que liderar não é apenas sobre comandar como um mestre rigoroso? Há mais na dança da liderança do que passos ensaiados. Vamos embarcar em uma jornada pela escuta ativa e comunicação não violenta – as ferramentas que construirão as pontes entre você e sua equipe na era do home office.



Ah, o home office, o paraíso das videochamadas e das reuniões virtuais que mais parecem festas à fantasia do que encontros de trabalho. Mas, segura aí! O que acontece nos bastidores? Entre as risadas e apresentações, estão as vozes sussurradas de dúvidas, as preocupações e, às vezes, até um emoji escondendo uma angústia. É aí que nossa dança começa.


Escuta ativa, minha gente, não é só ouvir com os ouvidos, mas também com o coração. É se tornar um detetive das entrelinhas virtuais, capturando as mensagens não ditas. É olhar para a tela e enxergar além dos pixels, entendendo que cada som, cada silêncio, tem seu próprio recado.


Agora, uma comunicação não violenta entra na roda. Imagina só, em vez de palavras afiadas, uso de palavras aconchegantes. Em vez de atirar flechas, estendemos as mãos amigas. Em vez de muros, construímos pontes. É como transformar uma conversa em um abraço virtual, e quem não quer um abraço nos tempos virtuais?


Mas, espera aí, e quando a performance da equipe não é aquela explosão de fogos de artifício que esperávamos? Aí entra a mágica da comunicação não violenta. Ela não aponta dedos, não finge que nada aconteceu. Ela chama o colega para um papo, aqueles de tomar um café virtual e dizer: "Ei, amigo, a gente tá junto nessa. O que acha de juntos melhorarmos?"


Liderar do sofá, com o pijama ainda quentinho, pode até ser cômodo, mas não significa que estamos sozinhos. A escuta ativa e a comunicação não violenta são nossos parceiros de dança, que transformam uma chamada em um abraço e uma conversa em um afago virtual.

Só que olha lá, temos que ficar atentos aos tropeços. Às vezes, a solidão bate à porta, o isolamento parece querer um abraço apertado demais. E é aí que a escuta ativa nos diz: "Calma, você não está sozinho." A comunicação não violenta completa: "Ei, temos um grupo aqui, vamos conversar?"


Então, líder, que tal entrar nessa dança? Construir pontes de compreensão na era do home office não é só fazer videoconferências. É ouvir com o coração, falar com empatia, é transformar telas em abraços virtuais.


Juntos, com a escuta ativa e a comunicação não violenta como parceiras de dança, vamos liderar com coragem, empatia e muitos abraços – mesmo que virtuais. O caminho para uma liderança vibrante e relações saudáveis está à nossa frente. Vamos nessa?

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